Complexo de Casas Terapêuticas é inaugurado em Santo André

O Governo de São Paulo inaugurou um complexo de Casas Terapêuticas em Santo André, destinado a homens em situação de rua. A unidade oferece acolhimento e acompanhamento aos participantes.

Segundo o governo estadual, com a entrega Santo André passou a integrar uma rede que reúne 16 complexos em funcionamento. O modelo combina suporte psicossocial e atividades voltadas à autonomia dos acolhidos.

O equipamento fica em Santo André e atende ao público masculino em situação de rua. A informação sobre a inauguração foi publicada em 19 de outubro de 2026.

casas terapêuticas em Santo André

O serviço busca promover autonomia, recuperação de vínculos e reinserção social, de acordo com o Governo de São Paulo. A estrutura inclui acompanhamento psicológico e social, além de atividades terapêuticas e culturais.

Capacidade e investimento do complexo em Santo André

As casas terapêuticas em Santo André têm capacidade para receber 45 homens, conforme informações do Governo de São Paulo. O número corresponde às vagas disponíveis no complexo inaugurado pelo estado.



A implantação da unidade recebeu investimento de R$ 200 mil. Para manter o serviço, o custeio anual previsto é de R$ 2,6 milhões, segundo o governo estadual.

Os valores informados distinguem a instalação do complexo das despesas de funcionamento ao longo do ano. A estrutura integra a rede estadual de Casas Terapêuticas, que passou a contar com 16 complexos em operação após a entrega em Santo André.

Etapas do acolhimento e acompanhamento dos participantes

O acolhimento pode se estender por até dois anos e está organizado em quatro etapas: Acolher, Despertar, Transformar e Caminhar. Essa divisão estrutura o percurso oferecido aos participantes nas casas terapêuticas em Santo André.

Durante o processo, o serviço também incentiva a retomada dos estudos e a inserção dos acolhidos no mercado de trabalho. Essas ações se somam às atividades terapêuticas e culturais previstas no atendimento.

Depois de concluídas as etapas, a equipe técnica acompanha os participantes por pelo menos seis meses. Segundo o Governo de São Paulo, esse período busca apoiar a manutenção dos avanços e prevenir recaídas.



Deixe um comentário